Fone:

49 3245-2243

Text Size
Sáb, 29 de Maio de 2010 19:22

Regulamento de Mondioring

Escrito pelo Administrador
Qualifique este item
(0 votos)
O MONDIO-RING foi feito por delegados de trabalho de vários países Europeus e Americanos, esperando que possa servir de relevo com os programas nacionais já existentes. Com o desejo também de criar com os aficionados dos cães, que sejam guias principiante e guias confirmados, uma união enriquecedora para eles.

 

O objectivo do Mondioring:

 

 

• Para o publico uma diversão.

• Para os participantes, um jogo de progressiva dificuldade.

• Para os aficionados ao treino, um desporto de competição.

 

 

Para praticar o Mondioring, precisa-se de um terreno vedado, equipado de material, um dos HA protegidos por um fato (Bite suit) especial que serão os companheiros dos guias, dos seus correspondentes cães, e dos juízes responsáveis pelos valores ditos durante o concurso, segundo as condições previstas no regulamento.

Este regulamento refere-se à descrição das provas, aos pontos atribuídos para cada exercício, e ás penalizações dadas em relação ás faltas cometidas.

Para ser acessível à maioria, o programa do Mondioring tem que ser:

• Breve na sua descrição.

• Simplicidade na sua prática.

• Claro na sua avaliação.

Os juízes não se podem esquecer da preocupação dos “pais” do programa, cada vez que se apresenta uma circunstância excepcional, não prevista ou mal definida no regulamento, antes que mais nada, terão que respeitar o espírito do regulamento, não fazendo uma interpretação abusiva prejudicando o cão.

A finalidade do Mondioring é de fazer realçar:

• As aptidões do cão.

• A qualidade do seu adestramento (ensino).

• O controlo do guia sobre o seu cão.

• E sobretudo a propriedade genética do cão.

O programa é constituído por três tipos de provas, que se desenvolvem pela seguinte ordem:

1. Exercícios de obediência.

2. Exercícios de salto.

3. Exercícios de coragem (ousadia).

A ordem dos exercícios será sorteada (poderá ser) antes do concurso pelos participantes e, será a mesma para todos.

NOTA: O regulamento do Mondioring sendo traduzido em vários idiomas, erros e aproximações podem eventualmente aparecer em alguma das traduções.

Em caso de dúvida será considerado o regulamento Francês, como regulamento de referência.

HOMEM ASSISTENTE (HA) – FIGURANTE

Pela pequena historia recordamos que no passado o figurante se chamou “Apache”, “Malhechon”, “Payaso”. Na América chamam-no “Decoy” (Engano) ou “Helper” (ajudante).

Cada uma destas expressões é representada por elas mesmas de uma filosofia da arte do adestramento. Seria interessante poder juntar a estas enumeras palavras utilizadas na Alemanha, Espanha, Holanda, Itália e Suiça, se são diferentes.

No que se refere ao Homem Assistente, a que nos referimos por HÁ constitui um neologismo (palavra nova obtida por derivação). Comparando o cão de raça ao de defesa ou de guarda o Homem não é realmente de ataque, já que, o que é mais frequente no trabalho é defender-se, fugir ou tentar roubar um objecto confiado ao cuidado do cão.

Como já foi dito no capítulo anterior o HA é o companheiro do cão e do guia, também terá que ser para eles um adversário, porque é o colaborador do juiz

durante a prova, já que com a sua participação este poderá classificar os cães por ordem de mérito.

Se tem um comportamento passivo, não é mais que um boneco articulado, próprio para se fazer morder nada mais. Se o seu papel é de permitir ao juiz

valorizar as suas qualidades de cão, terá que enfrentar o animal. Uma vez protegido com o fato o juiz pode exagerar no seu ataque. Pode também voluntariamente mudar ou não de atitude de um cão para o outro. É um papel difícil, contudo deverá ser tratado com espírito desportivo.

Sem entrar em análise no papel do HA, poderíamos estabelecer três regras de ouro das quais não podemos esquecer:

1. O HA comporta-se com imparcialidade absoluta.

2. Debaixo de nenhum conceito pode dar castigo, ou provocar dor física ao cão.

3. Terá que comportar-se como se não tivesse fato de protecção, e por tanto,

utilizará para se proteger e impressionar o cão, velocidade astúcia, ameaça e fuga.

No entanto à que sublinhar que o juiz é responsável pelo comportamento do HA, este ultimo terá que conformar-se com as suas prescrições.

• Está totalmente proibido ao HÁ, mandar ou falar com o cão.

• Só pode fazer gestos assimilados a mandados.

• Debaixo de nenhum conceito se pode bater ao cão com a cana.

• Ao usar a pistola, dispara-se sempre para o ar usando a mão oposta ao cão, e com um ângulo de 45º.

• Ao começarem as interceptações colocasse sempre entre os 10 a 20 m do cão, no meio do terreno.

• Em caso de uso de um elemento líquido, somente a água está autorizada.

A selecção do HA será realizada em cada país segundo as normas do mesmo.

PRESCRIÇÃO

1) APRESENTAÇÃO

O condutor entra no terreno com o seu cão à ordem do comissário de Ring.

Dirige-se à mesa dos juízes para se apresentar com o seu cão, sem trela, colar e sem açaime.

Indica o comprimento e a altura dos saltos eleitos para o início.

Dirá ao juiz se a chamada à distância do cão se faz à voz ou ao apito.

No nível 3, o guia vai escolher um envelope para o seu cão, onde estão registadas a ordem das fugas verdadeiras e falsas. Sem o abrir entrega-o ao juiz,

que o abrirá assim que o cão começar a fazer a prova de ataque.

No final, o guia escolherá uma madeira (objecto) para a prova de identificação, colocará o objecto num dos seus bolsos (o mesmo tem que estar vazio).

2) IGUAL PARA TODOS OS EXERCICIOS:

• Ordem de saída.

O guia está à disposição do comissário sendo o mesmo quem o leva a uns três

metros dos pontos de partida.

O juiz ao trocar a buzina (apito) autoriza a preparação do cão (30 segundos), se não se respeitar o cão será eliminado.

O guia só poderá dizer uma única vez a ordem (sentar, deitar, em pé…) segundo os exercícios.

É facultativo que o guia dê uma ordem de fixação (quieto, fica, etc.) se assim o entender.

A repetição de uma das ordens, é considerada um comando suplementar e penalizado com 1 ponto.

O exercício ficará anulado se ultrapassar as 5 ordens ou os 30 segundos.

Assim que o guia e cão estejam colocados nas suas respectivas posições, o juiz fará o sinal para começar o exercício, e então o guia dará o comando adequado com ou sem o nome do cão.

Qualquer comando inadequado, dará lugar a uma penalização.

3) COMANDOS DE CHAMADA AO FINALIZAR UN EXERCICIO

São de duas maneiras:

a) Chamada à distancia

b) Chamada de perto (1 metro) = junto

Todas as chamadas à distância podem ser feitas por voz ou por apito.

Ao ser indicado ao juiz a maneira de se fazer a chamada, não se pode mudar a mesma sem se ser penalizado.

Todas as chamadas efectuadas de perto fazem-se à voz. Sejam elas à voz ou com apito terão que ser breves e juntas.

Toda a ordem que não seja junta será considerada ordem dupla e penalizada como tal (X… Halt em vez de XHalt).

É permitida uma só ordem de chamada, serão penalizadas todas as ordens suplementares.

Se um cão necessitar de varias ordens de chamada, perderá pontos na atividade geral.

Se o cão ficar a morder mais de 10 segundos após o sinal de parar (tenha ou não sido chamado) perderá 10 pontos da volta e, pontos da actividade geral que se encontram à disposição do juiz.

O cão que não se encontre aos pés do guia no tempo imposto perde 10 pontos na prova de coragem.

No nível 1 o guia pode deixar o cão a vigiar o HA, não fazendo falta chamar no final da intercepção. Terá de informar o juiz antes do começo da prova.

4) ATITUDE GERAL

Se o juiz considerar que a execução de um exercício não é boa, poderá aplicar uma penalização até 10% do exercício mal executado.

Actuará de igual maneira no caso de um comportamento incorrecto por parte do guia, antes durante ou depois do concurso. A penalização a aplicar será a que o juiz considerar mais oportuna dentro do seu critério.

Todo o guia está totalmente proibido de fazer qualquer tipo de intervenção ao jurado durante a realização da prova, (a não ser para indicar uma má disposição do seu cão ou dele mesmo), sendo penalizado em 10 pontos na actividade geral, ou caso se repita será expulso do concurso ou prova.

As penalizações da atitude geral serão descontadas no total dos pontos conseguidos pelo concorrente.

No caso de um incidente grave, o juiz poderá excluir o concorrente, ficando com a sua carta de trabalho, comunicando posteriormente à Comissão Nacional o sucedido bem como ao Presidente do C.P.C. do qual depende o condutor (guia) incriminado.

<;/o:p>

5) EX-AEQUO (Desempate):

Se ao finalizar a prova houver duas pontuações idênticas, determinar-se-á o primeiro em função do seguinte:

1. Melhor defesa, se são iguais.

2. Melhor obediência, se são iguais.

3. Melhor salto.

Normas

1. Para seguir as normas da F.C.I os machos têm que ter 2 testículos, normais totalmente baixos e no escroto.

2. Um juiz só poderá julgar no máximo: 9 horas diárias.

Condições para se poder participarem numa prova de Mondioring

• O guia do cão terá que possuir uma carta de trabalho autorizada, carimbada pelo clube responsável do seu país F.C.I.

• Para num campeonato do mundo de Mondioring o guia terá que residir no país que representa. Para poder competir no nível 1 de Mondioring o cão terá que ter 12 meses já feitos.

• Antes de poder competir no nível 3, o cão teve de superar (de ser aprovado):

- Pelo menos 2 vezes 160 pontos sobre 200 pontos no nível 1.

- Pelo menos 2 vezes 240 pontos sobre 300 pontos no nível 2.

Se o guia quiser poderá permanecer no mesmo nível o tempo que achar necessário. Sempre que um cão competindo no nível 3 não tenha conseguido alcançar 300 pontos, o guia tem o direito de apresentá-lo no nível 2 as vezes que o mesmo ache necessárias.

a) Um cão de Ring Belga ou Francês pode participar em Mondio no nível em que esteja participando no seu país.

b) Um cão que esteja no seu país a participar Ring ao mais alto nível de competição ao nível Nacional, terá que começar a participar no nível 3 de Mondio.

Assim que o terreno do concurso esteja desenhado e preparado o seu acesso, encontra-se totalmente proibido aos concorrentes, correndo o risco de serem

expulsos do concurso.

FINAL DO MONDIORING

Todos os anos se organiza uma final, reunindo assim os melhores cães concorrentes, no 2º fim-de-semana de Outubro.

Cada país se encarregará de seleccionar os finalistas.

A quantidade de participantes por país será definida pelo grupo G.T.I.M. (Grupo Internacional de Trabalho de Mondioring) e comunicada ao organizador da final.

LIBRO DE CARGO (RESPONSABILIDADES)

Uma vez por ano (um livro de cargos, responsabilidades) será divulgado pelo G.T.I.M. aos organizadores, que serão responsáveis por fazê-lo respeitar. O país

organizador fará um livro de responsabilidades, normas complementares com um mínimo de 6 meses de antecedência, no qual se mencionará:

A remuneração dos juízes e homens assistentes (HA).

Ofertas aos concorrentes, prémios.

O dito livro de normas será facultado ás equipas dos países participantes.

JUIZES PARA A FINAL

Obrigatoriamente para a final serão necessários 3 juízes oficiais, 1 juiz do país organizador, (que será proposto pelo G.T.I.M. bem como os outros 2 juízes)

HA DA FINAL

No nível 3 haverá três HA a trabalhar. No dia da final serão sorteadas as suas actuações, só dois HA actuarão na final ficando o terceiro HÁA de reserva na

eventualidade de ocorrer um acidente ou contratempo.

A eleição do HA na final será feita por sorteio. Dois deles serão designados pelos GTIM para a final. Assim o terceiro HA elegido pelo país organizador

actuará ao nível 1 e 2.

ORGANIZAÇÃO DE UMA PROVA

Os grupos que desejam organizar uma prova terão que cuidar muito da sua preparação e não poderão esquecer nenhum detalhe.

Dentro do possível serão avisadas as organizações de coordenação de outros países com o fim de se poder ter a participação de países estrangeiros.

A superfície do terreno de prova terá no mínimo de 60X40m e no máximo 5000m2. O chão não pode ser duro, quer dizer de alcatrão, cimento ou mosaico…

particularmente terá de se ter cuidado para que não haja nenhum objecto com probabilidades de provocar ferimentos no cão.

O terreno terá de ser obrigatoriamente vedado.

O grupo organizador terá no mínimo duas pessoas responsáveis ajudantes, pela mudança da altura dos obstáculos, da distracção, da recusa de alimentos, etc…

O grupo organizador terá de eleger um comissário de Ring com pleno conhecimento do programa e do desenrolar da prova.

• Uma mesa de apoio que sirva de secretária e que esteja de maneira a que os juízes possam juntar-se à mesma, sempre que o desejem enquanto seguem olhando e julgando o trabalho a desempenhado no Ring. Vêm dois escrivães competentes, são imprescindíveis para o bom funcionamento do secretariado.

• A organização encarrega-se de marcar o terreno. Cada saída de exercício será marcada. Para o exercício de guarda de objecto, marcar-se-á dois círculos concêntricos cujos raios serão respectivamente de 2m e 5m.

• A organização tem que apresentar ao jurado:

- 6 Acessórios para o frente.

- O obstáculo para o frente (ver regulamento).

- 6 esconderijos para a busca. (com um pequeno buraco para o guia possa ver o seu cão).

- 3 saltos segundo planos do regulamento.

- 6 objectos de apport (ver lista de regulamento).

- comida para a recusa de alimentos (ver o regulamento).

- Tacos (bloques) de madeira de (10x2x2 cm) para identificação.

- 2 Pistolas com balas de salva de 9mm (tolerado 6mm dupla carga).

- Bandeiras para as intercepções frustradas (verde e vermelha).

- Folhas oficiais para as pontuações.

- 1 a 2 distracções para o minuto de ausência.

- 3 a 4 objectos usuais para a guarda de objeto.

• O objecto de apport e o acessório serão eleitos pelo Juiz pela manhã antes da prova. (Guarda de objecto e o Frente, o Juiz estará muito atento durante o cão em branco da correcta utilização dos acessórios, estes nunca se poderão parecer ao objecto a guardar).

A organização tem que apresentar um cão em branco em cada nível, e em cada dia de prova.

A organização terá à disposição uma buzina para que o Juiz possa dar o sinal de saída e fim dos exercícios. Sendo o apito reservado unicamente aos concorrentes.

Necessitam-se como mínimo 2 portas de acesso ao terreno: uma para os guias acompanhados do cão, e outra para os HA.

Um local terá de ser instalado para dissimular os HA enquanto não actuam. Terá que ser com a distância mínima de 5m do terreno para que os cães não se distraem.

Não poderá haver nenhum recipiente de água capaz incitar o cão a abandonar o seu trabalho na prova para ir beber, o mesmo estará colocado no terreno ou nos seus arredores imediatos. Fora do terreno estará preparado um esconderijo, posto de maneira que o guia e o seu cão se possam esconder enquanto se prepara o exercício de busca, ali se encontrará um balde de água fresca de forma que se possa refrescar o animal se assim o desejar.

SORTEIO

• A organização procederá ao sorteio para a ordem de passagem dos participantes.

• Sortear-se-á igualmente a ordem dos exercícios. O sorteio se fará na presença dos guias. A posição de saída para o exercício de posições (deitado, sentado, de pé) também se sorteará.

• Fazer-se-á outro sorteio para o deitar debaixo de distracção (deitado ou sentado).

CÃO EM BRANCO

É obrigatório de passar o cão em branco no início de cada nível.

RECUSA DE COMIDA

Terão que ser variados, de volume razoável (da mesma grossura do punho) e poderá ser: carne crua ou cozida, ossos, cabeça de peixe, queijo, pasteis, açúcar, etc.).

CANA

Tem que ser obrigatoriamente de Bambu cortado em cruz de 60 a 80 cm máximo de comprimento e de 2 a 3 cm de grossura.

ORDEM

Podem ser dadas no idioma do país de origem do guia, mas como no regulamento.

FOLHAS DE JULGAMENTO

Terão que ser conforme o modelo oficial e comportar todos os dados relativos ao concurso.

Encontra-se previsto uma folha para cada nível.

Fazer-se-ão em triplicado:

• O original para o Juiz

• Duplicado para o concorrente

• A organização ficará com o triplicado

FUNÇÃO E PODERES DOS JUIZES

Se o jurado é composto por vários juízes, julgaram em conjunto e não por separado. Terão de conhecer e seguir o regulamento à risca (pormenor).

Os Juízes terão toda a liberdade de apreciação e terão de adaptar particularmente o trabalho dos HA aos níveis 1, 2, 3.

Terão de aplicar as penalizações previstas por faltas bem definidas na demais estrita observação do regulamento.

A cada penalização é correspondida uma falta, ou a uma insuficiência do cão, ou a uma infracção cometida pelo guia.

Todas as penalizações terão de ser do conhecimento de todos os guias, incluindo dos principiantes, os quais não podem pretender competir sem conhecer o

regulamento e suas prescrições.

As decisões do jurado para todos os casos não previstos no regulamento, são soberanas. Os Juízes somente regem as provas. Todo e qualquer exercício deve ser executado com a sua autorização, os mesmos darão o sinal de começo e fim.

Serão responsáveis pelo desenrolar idêntico dos exercícios para todos os cães. A igualdade de circunstâncias terá de ser igual para todos os cães.

Depois de cada exercício o Juiz anunciará os pontos de forma audível para o público.

Somarão os pontos conseguidos, e assinaram as folhas de pontuação.

 

A folha de pontuação de cada cão estará colocada à vista do público, um quarto

de hora depois da sua actuação.

OBEDIÊNCIA

SEGUIMENTO SEM TRELA

6 PONTOS

Ver prescrições da colocação comuns a todos os exercícios.

O guia seguirá um trajecto (simples) indicado pelo Juiz e o comissário, no qual haverá 3 mudas de direcção com ângulos direito ou agudo, meia volta e duas paragens (posição livre) à ordem do Juiz. Se houver engano no percurso, será penalizado na atitude geral.

Penalizações

- O cão adianta-se, separa-se ou atrasa-se (seja nas rectas, seja nos ângulos, na meia volta ou ao sentar-se) por cada falta -0,5

- O cão abandona, ou não segue o guia -6

DEITADO COM DISTRACÇÕES

10 PONTOS

O cão será deitado (no nível 1 e 2) no sítio indicado pelo Juiz.

Para o nível 3 a posição será sorteada. (Sentado o deitado) dependerá do estado do terreno ou das condições climatéricas. O Juiz poderá mudar o sítio durante a prova.

A ausência do guia será de um minuto a partir da sua entrada no esconderijo designado.

O guia não pode virar-se para o cão durante o trajecto ou ao entrar no esconderijo.

Durante a ausência se fará uma distracção, o cão terá de mostrar indiferença, não mover-se ou mudar de posição.

A distracção será proporcional ao nível e nunca se parecerá com uma agressão ou provocação, nunca se fará a menos de 10m do cão no nível 1 e 2; nem a menos de 5m no nível 3.

Qualquer acção do HÁ está totalmente proibida.

Penalizações

- O cão muda de posição durante o minuto -10

- Durante o trajecto do seu guia ao esconderijo -10

- Move-se sem mudar de posição por metro -1

- Muda de posição antes do regresso do seu guia -2

- O guia faz-se ver durante o exercício -10

- Qualquer comando extra (irregular) -10

- Olhar o cão durante o caminho para o esconderijo ou ao entrar no mesmo -10

MANDAR O CÃO EM FRENTE

12 PONTOS

• O cão estará colocado por trás do ponto de partida no ponto central marcado por uma perpendicular.

Á ordem do Juiz o guia manda “em frente”.

• O cão tem que correr em linha recta e passar uma paralela á linha do ponto de partida de uns 20m de comprimento marcada por 2 pinos ou bandeirolas.

Dita linha estará situada a 20, 30 ou 40m do ponto de saída dependendo do nível 1, 2 ou 3.

A uns 5m do interior da linha delimitada pelos pinos, se determinaram as perpendiculares de 1m, dando a zona óptima de execução, uma vez passada a distancia o condutor chama o seu cão para junto dele.

Pontos

- Na zona ótima 12 pontos

- Ao meio dos pinos e perpendicular 8 pontos

- Fora dos pinos 4 pontos

Penalizações

- Ordem dada com voz e gesto -2

- Cada ordem suplementar -4

- Zig Zag por ângulo -1

- O cão começa a voltar sem ordem -2

- Saída antecipada:

a) antes da ordem do Juiz -4

b) depois da ordem do Juiz -2

- O cão não chega até a linha -12

- Uma chamada suplementar Tempo máximo permitido para a volta: 20seg. -2

POSIÇÕES

10 PONTOS NÍVEL 1

20 PONTOS NÍVEL 2 e 3

O exercício se praticará no chão, o cão e o guia devendo obrigatoriamente verem-se, a uma distância de 5, 10 ou 15m dependendo do nível. Nome do cão tolerado mas terá de ser pronunciado junto com a ordem senão será considerado dupla ordem.

O cão estará colocado de pé, sentado ou deitado, dependendo da ordem do Juiz.

No nível 2 e 3 as posições serão executadas 2 vezes por cada ordem dita pelo comissário. Para cada posição o guia pode dar 2 ordens suplementares, se depois de estas ordens o cão não tenha executado o exercício, o mesmo será dado como terminado; os pontos adquiridos no exercício não se mudam.

No nível 1 as 3 posições serão executadas uma vez cada uma.

O cão que antecipar uma posição terá uma a menos, a que deixou e provavelmente poderá perder a seguinte, se a posição tomada corresponde a posição seguinte.

Para evitar que o cão obedeça ao comissário se este falar demasiado alto propõe-se utilizar o mesmo triangulo que o da obediência no qual cada lateral determina uma posição.

Pontos para o nível 1: 10 pontos

- Para a 3 posições correctas (3 x 3) 9

- No final com chamada de “junto” 1

Pontos para o nível 2 e 3 20 pontos

- Para as 6 posições executadas (6 x 3) 18

- No final com chamada de “junto” 2

Penalizações

- O cão muda de posição inicial -2

- Não executa a posição pedida -3

- O cão adianta-se para junto do guia (por m) -1

- O cão regressa ao guia antes da chamada: perde a totalidade da chamada, mas conserva os pontos conseguidos anteriormente.

Exemplo:

Deitado, de pé, sentado, boas = 9-1 por adiantar-se = 8

Deitado, bom e depois regressa ao dono = 3

Total dos pontos conseguidos = 11

RECUSA DE COMIDA

5 pontos nível 1

10 pontos nível 2 e 3

6 cebos diferentes estarão colocados no chão em diferentes partes do terreno onde o Juiz veja oportuno.

No nível 1 não haverá comida no chão.

No nível 1 só se atira comida uma vez ao cão

No nível 2 e 3 atiram-se 2 por separado ou não, durante o trabalho de obediência, no sítio e momento decidido pelo Juiz. As recusas de comida serão idênticas para todos os participantes.

NOTA: Está proibido colocar comida no chão a menos de 5m no sítio de identificação de objectos. Também não se poderá colocar nada no circulo de 2m que delimita o sítio da guarda de objectos.

Penalizações

- O cão lambe, come ou apanha na boca qualquer dos cebos lançados no chão -10 (-5)

- O cão afasta-se do cebo lançado (por m) -1

- O cão afasta-se mais de 3m -10

- O condutor intervém ou interpõe-se -10 (-5)

- O cão levanta-se ao chegar o guia, até -2

APPORT DE OBJECTO LANÇADO

12 pontos

Tempo concedido para a execução 15 seg.

• Ao sinal do Juiz, o objecto terá de ser lançado pelo menos a 5m do cão.

• O guia esperará a buzina do Juiz para deixar o seu sítio.

• O objecto será sorteado antes de começar a prova, dentro de uma lista apresentada ao Juiz (esquina, mordedor, garrafa de plástico, saco, roda de carro de bebé, etc.).

Ditos objectos puderam ser agarrados com a boca pelos cães, e não puderam pesar mais de 1 kg (vidro e ferro estão proibidos).

• Está autorizado um só comando para trazer o objecto.

Penalizações

- Comando suplementar ou irregular -12

- Comando dado com voz e gesto -2

- Objecto levado para fora do limite -12

- Saída antecipada

a) antes da ordem do Juiz -4

b) depois da ordem do Juiz -2

- O cão mordisca o objecto ou brinca com o mesmo -1

- O cão deixa cair o Objecto ao leva-lo (por falta) -1

- Objecto entregado sem se sentar o cão -1

NOTA: Está totalmente proibido qualquer objecto de vidro ou metal.

BUSCA DO OBJECTO (BLOQUE)

15 pontos

Tempo concedido: 1 minuto

• O objecto utilizado será um bloco de madeira virgem eleito pelo guia e colocado no seu bolso (vazio) durante a apresentação à mesa dos juízes, indicando o numero que figura no bloco.

• O decorrer do tempo será o mesmo para todos os concorrentes.

• Cada um colocará o seu cão no sitio indicado pelo comissário antes de ir colocar o objecto, á vista do cão, a 30m num quadrado fictício de 1m de lado. O bloque será depositado pelo guia de costas para o seu cão e sem assinala-lo (o bloque será logicamente acessível para o cão). Enquanto o condutor regressa ao seu cão colocar-se-ão outros objectos idênticos sem números, próximo do primeiro (25cm mínimo) no interior do quadrado fictício.

• O número de objecto (2 a 4) será proporcional (II ou III) terá 10cm de comprimento, e 2 dos objectos terão secção igual ao objecto entregue ao guia.

Depois do sinal do Juiz, o guia manda o seu cão em busca do objecto, á ordem “busca e trás”. Um só comando de voz está autorizado, o guia pode fazer cheirar as suas mãos ao cão antes de dar a ordem com o fim que o cão entenda o exercício ordenado.

• Nenhuma distracção está permitida neste exercício.

• Os blocos de distracção que sejam colhidos por um cão terão de ser mudados.

• Os blocos de distracção serão depositados num prato entre a prova de cada cão com fim de evitar demasiados cheiros no fim da prova.

Penalizações

- Ordem voz e gesto -2

- Ordem suplementar de envio -15

- Objecto trazido fora do tempo ou não trazido -15

- Saída antecipada:

a) antes da autorização do Juiz -4

b) depois da autorização -2

- O cão mordisca o objeto -1

- Deixa cair o objecto durante a vinda (por falta) -1

- Objecto entregue e o cão não se senta -1

- O cão move-se no sítio num raio de 2m (por m) -1

- O cão desloca-se (além de 2m) antes da volta do guia -15

- O cão engana-se no objeto 15

Nota: O guia entregará ao comissário o objecto trazido pelo cão, com fim que o Juiz o comprove.

EXERCÍCIOS DE SALTO

• No grau 1, o condutor poderá eleger um dos 3 saltos, terá de declarar o salto elegido durante a apresentação do Juiz. (ver colocações de prescrições comuns para todos os saltos)

• As normas seguintes são idênticas para os 3 saltos (comprimento, altura e paliçada).

• O guia coloca o seu cão na posição e à distância que a ele lhe convém.

• O guia coloca-se rapidamente à esquerda ou à direita do obstáculo, dentro das marcas que se encontram no chão, pegada à paliçada ou ao comprimento na parte direita ou esquerda, e diante dos suportes da altura.

• Se o cão deixa o seu sitio antes de tentar o salto e que o guia tenha de voltar a coloca-lo, perder-se-á um dos ensaios, mais as penalizações correspondentes.

• O cão tem direito no máximo a 3 tentativas para o salto de comprimento e de paliçada.

• Para o salto de altura o cão dispõe também de 3 ensaios no total. No caso de recusa de fazer a volta, o guia colocará de novo o cão no sítio onde o havia bloqueado e voltará a colocar-se no sítio que ocupava antes, diante do salto de altura, esperando o sinal do Juiz para ordenar a volta do cão.

• Em caso de fracasso, qualquer que seja a altura, o guia não pode em nenhum dos casos pedir uma altura superior ou inferior.

• A ordem de salto será dada unicamente com a voz.

• Qualquer gesto do corpo ou de acompanhamento será penalizado. Mas o guia poderá seguir o seu cão com o olhar numa atitude natural sem ficar rígido.

Após a execução do salto, o guia tem direito (facultativo) a um comando de volta ou junto, ou de bloqueio por detrás do obstáculo.

O cão terá 10 seg. para voltar ao guia com ou sem comando, senão será penalizado.

Será igualmente penalizado se não ficar detrás da paliçada apesar do comando.

Nesse caso o guia terá de recolher o seu cão.

O guia terá de esperar a buzina de finalização do exercício para deixar o obstáculo.

O guia não poderá apresentar o obstáculo ao seu cão.

PALIÇADA

15 pontos

Alturas regulamentares e pontuações

Altura em m 1,80; 1,90; 2,00; 2,10; 2,20; 2,30

Nível 1: 15

Nível 2: 12; 13; 14; 15

Nível 3: 5; 7; 9; 11; 13; 15

No nível 1, altura única 1,80m = 15 pontos

A paliçada está constituída na parte baixa, de um painel fixo, até 1 metro de altura, depois de tábuas sobrepostas de 10cm de altura cada uma, com uns 2,7 a cm de grossura, não aplainadas.

A paliçada poderá ter de 1,50m a 1,90m de largura.

Está constituída de maneira que o cão ao descer tenha um plano inclinado (de tábuas juntas) fixado nos suportes da paliçada a 1,70 m de altura com uma separação da perpendicular ao chão de 1,20m aproximadamente. Umas ripas colocadas de 30 em 30 cm irão travar a descida do cão.

Este plano inclinado servirá também de apoio à paliçada.

Para se poder deslocar facilmente seria aconselhável que fosse montada em vigas em forma de “T” invertido.

Não há salto de volta portanto não há recinto (limites).

Altura da paliçada entre 1,50 e 1,90m

SALTO DE COMPRIMENTO

nível 1 e 2 = 15 pontos

nível 3 = 15 pontos

Comprimento regulamentar e pontuação

Comprimento em m 3,00 - 3,50 - 4,00:

Nível 1: 15

Nível 2: 10 - 15

Nível 3: 12 - 16 - 20

 

Detalhe do marco para o salto de comprimento No nível 1 comprimento único: 3m = 15 pontos

Este obstáculo não tem fosso (buraco).

Compõe-se de um marco constituído de 3 tábuas. Uma de 2m de comprimento e 10cm de altura, colocada de frente, na qual se fixam as duas laterais de 3m de comprimento cada uma, 10cm de altura pela parte dianteira e de 20cm pela parte traseira mantida atrás por 2 esquadras metálicas (tubos) colocadas no chão para que não se separem.

Dito marco será coberto com fitas elásticas de cor, esticadas de 30 em 30cm em todo o comprimento do marco.

O cão terá que, sem pisar dentro do marco, saltar por cima de um pequeno obstáculo basculante de 1,95m de comprido e 1m de largura no seu centro, de forma trapezoidal, o que permite movê-lo mais ou menos no marco sem que toque nos laterais. Dando assim a possibilidade de conseguir um salto de 3m ou 3,50m. Para realizar o salto de 4m unicamente será necessário tirar o zarzo (veio) basculante do marco. Este último terá de ser construído de forma que sua parte inferior esteja colocada no chão, e a sua parte superior se encontre elevada do chão 30cm na vertical (aprumada).

O cão que entre no marco antes de saltar será penalizado de 4 pontos + a perca de um ensaio = uma recusa e terá de repetir o seu salto.

SALTO DE ALTURA

Nível 1 = 15 pontos

Nível 2 e 3 = 20 pontos

(Metade dos pontos na ida)

(Metade na volta)

Alturas regulamentares e pontuação

Altura em (m) 1,0; 1,10; 1,20

Nível 1: 15

Nível 2 e 3: 12; 16

No nível 1, altura única: 1m = 15 pontos (7,5 + 7,5).

O salto de altura é constituído de um painel móvel com pivots de 1,50m de largura sobre 0,60m de altura, colocado sobre 2 meios aros soldados aos suportes.

Por cima do dito painel, será colocado um torniquete da mesma largura e de 30cm de altura. Terá que poder cair ao mínimo toque não tendo de apresentar qualquer tipo de perigo para o cão.

O conjunto terá que permitir colocar o salto nas alturas previstas.

Não haverá fosso diante nem detrás do salto em altura.

Uma vez executado o salto de ida o guia terá direito a uma só ordem para bloquear o cão.

Se a ordem for dada com voz e gesto haverá uma penalização de 2 pontos.

Qualquer ordem de bloqueio ou de colocação suplementar será penalizada.

Depois do salto de volta o dono tem direito a uma só ordem (facultativa) para colocar o seu cão em junto.

Penalizações (comuns aos 3 saltos)

- Saída antecipada antes da autorização do Juiz, perde-se um ensaio, mais; -4

- Saída antecipada depois de autorização -2

- Ordem de salto dada com voz e gesto -2

- Evitar ou recusar a ida ou volta -4

- Falhar a ida ou a volta -2

- O cão não se bloqueia por trás do obstáculo (se a ordem lhe foi dada) -2

- Qualquer ordem suplementar de bloqueio, colocação ou chamada -2

- Ordem suplementar de salto -5

- O cão não volta ao guia em 10seg -2

- Qualquer ordem irregular, perdem-se os pontos correspondentes

Penalizações (particulares ao salto em altura)

- Ordem de voz e gesto para bloqueio do cão depois do salto de ida -2

- O cão toca o salto na ida ou na volta -1

- O cão apoia-se no salto, mesmo se este ultima não cai -2

DEFESA

FRENTE COM BASTÃO O ACESSÓRIO 50 pontos nível 1 e 3, 40 pontos nível 2; com obstáculos nos níveis 2 e 3, sem obstáculos no nível 1

Repartição dos pontos

- Saída 10 pontos

- Intercepção 30 pontos (20 em 2)

- Paragem e volta ao guia 10 pontos

TEMPO obrigatório de mordida 10 seg.

DISTÂNCIA

30m (nível 1)

40m (nível 2)

50m (nível 3)

ESTÃO PERMITIDOS

“Barragem” (impedimento do passo com cana), oposições, ameaças, intimidações, cargas ao cão (2 passos máximo) e esquivas sempre e quando o cão não interceptar o HÁ na primeira tentativa ou solte dentro do tempo obrigatório de mordida.

Um acessório pode ser utilizado em vez da cana. No nível 1 o braço tem de ser acessível ao cão.

ESTÃO PROIBIDOS

Esquivar a entrada, golpes sobre o cão, qualquer gesto ou comportamento do HA, podendo causar dor ao cão, se isso ocorrer o HÁ seria excluído do terreno e seria sujeito a um relatório.

OBSTÁCULOS:

• Balsa (tanque) de plástico com altura máxima de água de 20cm

• Fardos de palha

• Pneus empilhados e fixos verticalmente

• Cortina com tiras verticais fixas num pórtico

• Rede

À parte da balsa (tanque) de água, ditos obstáculos não puderam exceder de 80cm de largura. Os pneus, a palha ou a rede não poderão passar 80cm de altura. O comprimento (longitude) dos ditos obstáculos será de 8 a 10m.

Tem que permitir ao Juiz avaliar a atitude do cão quando vai ao ataque.

Nenhuma classe de obstáculos pode oferecer o risco de ferir o cão ou ter possibilidade de aleijá-lo.

O espírito do exercício, é de travar o cão, o obstáculo, permite valorizar a atitude e a coragem do animal diante de uma barragem ou acessório.

O HÁ tem de estar situado entre 3 e 5m (em função da velocidade do cão) atrás do obstáculo, no centro do comprimento (longitude), com o fim de evitar um encontro demasiado forte, que poderia lesioná-los e manter o espírito do regulamento.

Para que nunca haja confusões na cabeça do cão, enquanto ao objectivo que se manda interceptar, o HA se se encontra detrás do obstáculo antes da saída do cão terá de fazer todo o possível para sinalizar-se.

Se for possível é preferível chamar o cão entre 10 e 20m, o Juiz dará a ordem de saída uma vez que o HA tenha chegado ao seu sítio, saltando de preferência o obstáculo, cada vez que se possa fazer.

Penalizações

- Saída antecipada antes da ordem do Juiz -10 (-5 pontos suplementares na atitude geral)

- Segunda saída sem autorização do Juiz -50 (-40)

- Saída antecipada depois da autorização do Juiz -5

- Ordem suplementar de comando de saída (só uma autorizada) -10

- Qualquer comportamento irregular antes da saída ou durante o exercício -50 (-40)

- Por segundo sem morder -3 (-2)

- Por cada muda de sítio de mordida rápida -1

- Por segundos suplementares de mordida depois da ordem de soltar -2 (uma margem de 1 seg. suplementar será dado ao cão para que solte)

- Cada mordisco depois do término -2

- Ordem suplementar de chamada -5 (uma só ordem suplementar está permitida)

- Chamada do cão, qu

Última modificação em Seg, 31 de Maio de 2010 13:12
Mais nesta categoria: Prova de cão acompanhante »

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar

Parceiros

  • StormBulls
  • Proplan
  • ASBRAC